docx do primeiro trabalho

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docx do primeiro trabalho

Mensagem  Nuno Casimiro em Ter Mar 31, 2009 2:04 pm

caros,

No Mac, não consigo abrir os documentos que a Prof.ª disponibilizou hoje ou ontem na plataforma.
Suponho que por estarem em formato docx. Alguém poderá dizer-me se é um problema de incompatibilidade com Mac ou se é a minha azelhice?

Nuno Casimiro

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Re: docx do primeiro trabalho

Mensagem  Adriana Pinheiro em Qua Abr 01, 2009 1:58 am

Bom dia,

Nuno se te for útil posso enviar para o te e-mail o mesmo documento só que em vez de estar gravado com a extensão .doxc posso gravar em .doc. Achas que ajuda?

Aproveito também a oportunidade para perguntar a todos os colegas insctritos nesta UC se já têm acesso à Blackboard. A Prof. Rita Ribeiro pediu-me para passar a informação de que a informação desta UC já está disponível na plataforma.

Fiquem bem,
Adriana Pinheiro

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Re: docx do primeiro trabalho

Mensagem  Nuno Casimiro em Qua Abr 01, 2009 4:42 am

Sim, por favor.

o meu e-mail: nunocasimiro [arroba] gmail [ponto] com

Muito obrigado!

Nuno Casimiro

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regresso a áfrica

Mensagem  Nuno Casimiro em Qua Abr 01, 2009 8:57 am

Uma vez mais, um favor.

Alguém consegue enviar-me em versão pdf o texto de que fala a professora para o exercício 1?
e há alguma data para a entrega do mesmo?

obrigado!

Nuno Casimiro

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Re: docx do primeiro trabalho

Mensagem  Sara Rodrigues em Qua Abr 01, 2009 11:30 am

Olá!

Enviei um e-mail à Prof. a pedir para colocar os documentos em formato ".doc". Penso que assim todos conseguimos abrir os ficheiros.

Segundo as indicações da última aula, (todos) os trabalhos podem ser entregues até ao dia 30 de Maio/Junho (não tenho a certeza).

Sara Rodrigues
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Re: docx do primeiro trabalho

Mensagem  Nuno Casimiro em Qua Abr 01, 2009 4:18 pm

colocar os documentos em versão .doc é uma boa ideia.
eu pedia também o tal artigo que saiu no público dado que não estive nessa aula. não é possível fazer um pdf disso?
gracias!

Nuno Casimiro

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Re: docx do primeiro trabalho

Mensagem  Patrícia Reis em Qua Abr 01, 2009 4:22 pm

Caros colegas,

só consegui abrir os documentos que a professora colocou na plataforma após os ter guardado!

Sara, em que reprografia estão os textos de apoio ao exercício? Obrigada...

Cumprimentos,
Patrícia

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Exercício "Regresso a África"

Mensagem  Sandra Moreira em Qui Abr 02, 2009 4:16 am

Caros Colegas,

O Texto "Regresso a África" encontra-se abaixo, para quem quiser...

Beijinhos

Regresso a África
03.03.2009, Teresa Watanabe
Há cada vez mais afro-americanos a pedir dupla nacionalidade a países africanos que acreditam ser a sua terra-mãe, depois de fazerem testes de ADN para determinarem as suas origens. O actor Isaiah Washington já é um orgulhoso cidadão da Serra Leoa
Enquanto criança a crescer em Houston, recorda Isaiah Washington, as suas primeiras impressões de africanos eram imagens desajustadas de "nativos a correr com saias de ráfia e ossos no nariz, a tentar pôr o Tarzan num panelão".
O actor afro-americano, de 45 anos, que foi o Dr. Burke na série televisiva Anatomia de Grey, diz que a mãe nunca falava de África. Na escola americana nunca aprendeu muito sobre o seu continente ancestral e as notícias projectavam um lugar de pobreza e pestilência, corrupção e guerra.
Hoje, no entanto, Washington está tão orgulhoso de África que recentemente se tornou cidadão da Serra Leoa, ficando com dupla nacionalidade. Para assinalar o facto foi nomeado chefe de uma aldeia na Serra Leoa e lançou uma fundação para ajudar este país da África ocidental, tendo contribuído com quase um milhão de dólares para apoiar a construção de uma escola, recuperar um hospital e preservar a histórica fortaleza britânica que servia para o comércio de escravos na ilha Bunce.
A longa viagem de Isaiah Washington da total ignorância sobre África até ao actual abraço apaixonado a este continente foi acelerada por um teste de ADN, feito em 2005, que o ligava ao povo mende da Serra Leoa. Agora, diz o actor, descendentes de escravos como ele podem regressar à sua terra-mãe para a ajudar a prosperar.
"Se pudermos levar os nossos recursos e o nosso saber, e ajudar a reverter a fuga de cérebros e reconstruir estes países, podemos definir os nossos legados", explica Washington.
Aquilo que aconteceu ao actor reflecte um interesse renovado entre os afro-americanos por África, e muitos deles recorreram a testes de ADN para tentar resolver puzzles com séculos sobre as suas origens.
As relações agora descobertas traduziram-se em mais viagens a países africanos, mais trabalho filantrópico, mais iniciativas empresariais e, tal como no caso de Washington, pedidos para obter dupla cidadania.
E espera-se que a tendência se acelere com a chegada à Presidência dos EUA de Barack Obama, filho do Quénia e do Kansas. A Minha Herança, o relato da viagem à sua aldeia ancestral em 2006, percorreu o globo, motivando muitas pessoas a explorar as suas próprias raízes, sublinham analistas afro-americanos.
A moda dos testes
Depois de Oprah Winfrey e outras celebridades terem feito testes de ADN, num documentário de 2006 transmitido no canal PBS, cada vez mais afro-americanos estão a utilizar a ciência para completar relatos orais e a tradicional pesquisa genealógica para descobrirem mais sobre as suas raízes, explica G. Kofi Annan, um consultor de design e marketing de New Jersey que mantém um blogue sobre tendências africanas.
A African Ancestry Inc., uma empresa de Washington, já testou o ADN de 15 mil pessoas, confrontando estas análises com uma base de dados de 25 mil linhagens genéticas africanas, segundo dados fornecidos pela sua presidente, Gina M. Paige. Os clientes da empresa incluem Winfrey, o realizador Spike Lee, o músico Quincy Jones, a actriz Whoopi Goldberg e os actores Morgan Freeman e Don Cheadle.
Bruce A. Jackson, co-director do African American DNA Roots Project, da Universidade do Massachusetts, tem tantos pedidos de testes que deixou de aceitar mais até conseguir dar resposta a uma lista de espera de dois anos.
Jackson considera que a base global de perfis genéticos africanos é demasiado pequena para que se consiga identificar o exacto país de origem de muitos dos requerentes. Rick Kittles, director científico do African Ancestry e professor de Medicina da Universidade de Chicago, contesta, afirmando que a sua base de dados é suficientemente grande para fazer chegar a conclusões acertadas.
A minha terra
Os testes de ADN levaram alguns afro-americanos a cruzar uma nova fronteira para se ligarem ao continente africano: a dupla cidadania.
Anthony Archer, professor de Ciências Políticas da Cal State Dominguez Hills, está a trabalhar para convencer os países africanos a alargarem a cidadania a afro-americanos. Nascido em Detroit, Archer recorda que os seus pais sempre alimentaram com grande orgulho as suas raízes africanas.
Archer passou anos a investigar árvores genealógicas, em busca das suas raízes. Naquilo a que chama uma experiência única, fez um teste de ADN na Primavera de 2008 e foi-lhe dito que partilhava ancestralidade com os povos tikar, hausa e fulani, dos Camarões.
Radiante, embora surpreendido (com base na sua pesquisa, estava convencido de que as suas raízes estavam no Gana), Archer está a escrever uma carta ao Presidente dos Camarões, a requerer a dupla nacionalidade. E sublinha que este país ainda não considerou esta questão no caso dos cidadãos afro-americanos.
Archer e outros activistas argumentam que a dupla nacionalidade vai ajudar a curar as feridas da separação entre os dois continentes, ao mesmo tempo que oferece a ambos os lados uma hipótese de colaboração em negócios e investimentos. "Os afro-americanos são os africanos mais ricos do mundo", continua Archer, de 43 anos. "África pode contar com os nossos recursos e nós podemos contar com África para as nossas identidades."
Archer e Gregory Simpkins, vice-presidente da Fundação Leon H. Sullivan, que trabalha para construir pontes entre os EUA e África, estão a empenhar-se na promoção da dupla cidadania com o Benim, Gana, Tanzânia e outros países. Numa proposta de 63 páginas dirigida aos líderes africanos que se reuniram numa cimeira na Tanzânia no ano passado, Archer defendeu que a dupla cidadania devia ser atribuída a descendentes africanos que conseguissem provar ligações ancestrais através de testes de ADN.
Até agora, Washington é apenas um dos poucos afro-americanos que receberam cidadania africana nos últimos anos. O Presidente da Serra Leoa, Ernest Bai Koroma, concedeu-lha por causa do teste de ADN, da sua filantropia e do seu estatuto de estrela, explicou Bockari Kortu Stevens, o embaixador do país nos EUA.
Stevens disse que a Serra Leoa, que está a emergir de uma década de guerra civil brutal, sentia falta de alguém famoso como Washington para melhorar a sua imagem. "Precisamos de uma celebridade que apareça e diga: 'Vejam, a guerra acabou, é um país pacífico e há muitas oportunidades de investimento para o sector privado.'"
Novos humanitários
Para além de Obama e da popularidade dos testes de ADN, o recente aumento de interesse por África deve-se a vários factores: melhor nível de vida entra os afro-americanos, estabilidade política em países como a Libéria e um novo Canal África da Time Warner Cable, a emitir para um milhão e meio de lares norte-americanos.
Nos últimos anos, Oprah Winfrey construiu uma escola na África do Sul. O rapper Shawn "Jay-z" Carter lançou um projecto para a construção de 100 bombas de água em todo o continente africano. O comediante Chris Rock e a mulher, Malaak Compton-Rock, financiaram projectos de escolas, saneamento básico e cuidados médicos na África do Sul.
O teste de ADN de Isaiah Washington levou-o a visitar a Serra Leoa pela primeira vez em 2006. O actor ficou espantado com o facto de as caras das pessoas serem tão parecidas com as dos seus familiares e percebeu que a paisagem africana, à frente dos seus olhos, já lhe tinha aparecido nos sonhos.
Uma das paredes do seu escritório em Burbank, Califórnia, está coberta com 15 fotografias que documentam essa viagem: um rapaz à procura de água, um recém-nascido à beira da morte ao colo do actor e uma criança que tinha sido sujeita a uma cirurgia plástica. Da Serra Leoa o actor também guarda uma máscara tribal, uma jarra da Namíbia e o ceptro esculpido que lhe pertence enquanto chefe de aldeia.
Desde então, o actor lançou-se num frenesim de actividades que incluíram a criação da sua Fundação Gondobay Manga, a realização de um documentário sobre a Serra Leoa e um discurso numa cimeira sobre malária organizada pela Casa Branca. No ano passado, acompanhou a delegação do Presidente Koroma, que se deslocou às Nações Unidas e a Washington.
O actor acredita que "o DNA tem memória", que o chamamento para regressar a casa e ajudar o seu povo sempre esteve impregnado nos seus genes. "Eu sou quem era."

Exclusivo PÚBLICO/
/Los Angeles Times

Sandra Moreira

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Re: docx do primeiro trabalho

Mensagem  Nuno Casimiro em Qui Abr 02, 2009 5:20 am

muito obrigado! cheers

Nuno Casimiro

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Re: docx do primeiro trabalho

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